A Antropóloga (O FILME)
O filme estará nas telas dos Shoppings Iguatemi, Floripa, em Florianópolis e no Shopping Itaguaçú, em São José , ESTRÉIA Dia 29 de abril de 2011, nesta sexta feira, levando o público para o mundo misterioso das lendas da ilha de Santa Catarina, entre cenários de experiências emocionantes, que unem humanos e espíritos em ambientes de intensa magia.
A ANTROPÓLOGA Foi gravado durante 45 dias, em 2006, quase que inteiramente na Costa da Lagoa, parte leste de Florianópolis, onde até hoje só é possível chegar de barco ou por trilhas dentro da mata nativa o que colabora para aumentar o clima de mistério da região.
Foi nesse universo sobrenatural que o cineasta Zeca Pires reuniu com as estórias que sobrevivem até os dias de hoje, sobre à obra do artista e pesquisador, também catarinense, Frankling Cascaes referenciada no filme, a partir do argumento de Tabajaras Ruas e roteiro de Tânia Lamarca e Sandra Nebelung conduzindo durante toda a trama um envolvente clima de suspense.
A história baseia-se na história da antropóloga Malu (Larissa Bracher), que vive nos Açores, em Portugal e que vem ao Brasil, para a Costa da Lagoa pesquisar a utilziação de ervas na medicina alternativa. Envolve-se com o drama do médico Adriano (Luige Cútulo) e sua filha Carolina (Rafaela Rocha de Barcelos), de 9 anos, que tem câncer cerebral em fase adiantada. Desenganada pela medicina convencional o pai permite que a filha seja tratada pela benzedeira local Dona Ritinha (Sandra Ouriques), que afirma tratar-se de um “emprensamento”, uma maléfica influência de uma bruxa poderosa. Aos poucos, assustada e num intenso conflito, Malu se percebe deixando de lado a postura de pesquisadora e mergulhando na feitiçaria para tentar salvar a menina.
O filme também tem seu lado de humor quando chegam à Costa três adolescentes góticos que desejam ser ‘bruxos’, mas que descobrem outros mistérios além desse dom.
De forma inédita, Zeca Pires trabalhou com alguns nativos, conhecedores das lendas juntando-os com personagens como o pescador Pedro( Eduardo Bolina), que também carrega a sina de estar enfeitiçado, mas, que conhece profundamente os mistérios da mágica lua cheia que nasce por aqueles lados da ilha de Santa Catarina.
Muitas surpresas e ações esperam pelo público amante do cinema antes da estréia marcada para abril, não só aqui nas Redes Sociais, do Longa A Antropóloga, como em alguns locais da cidade de Florianópolis.
Assista o Trailer
O Diretor
Zeca Pires – José Henrique Nunes Pires, registra grande experiência acadêmica. É formado em Administração pela ESAG e em Jornalismo pela UFSC, tendo realizado mestrado no Curso de História da UFSC com um projeto enfocando os dois pioneiros do cinema catarinense: José Julianelli e Alfredo Baumgarten. A dissertação foi publicada em outubro/2000 pela FURB (Fundação Universidade Regional de Blumenau) e Editora Cultura em Movimento. Foi um dos fundadores da Cinemateca Catarinense/ABD-SC, da qual foi presidente por diversas vezes, e do Fundo Municipal de Cinema. É co-autor do livro “O Cinema em Santa Catarina” (1987). Escreveu, de março/93 a fevereiro/95, artigos sobre cinema publicados aos domingos no jornal Diário Catarinense, periódico de maior circulação no Estado. Ainda em suas atividades de documentarista foi secretário da ABD/Nacional.
Zeca foi ainda um dos criadores do Curso de Cinema e Vídeo da UNISUL (Universidade do Sul de Santa Catarina), e diretor do Departamento Artístico Cultural da UFSC (1996-2000). Recebeu a Medalha Cruz e Sousa de Mérito Cultural, em novembro de 1999, sendo condecorado pelo Governador do Estado de Santa Catarina e escolhido pelo Conselho Estadual de Cultura por seu trabalho na área de cinema.
Atualmente, Zeca é doutorando em Engenharia de Produção pela UFSC na área de mídia e conhecimento, com a temática Cinema Digital.
É minha gente não é porque é meu tio, mas Florianópolis também tem muita gente inteligente, inovadora, capaz de coisas que nem imaginamos.
Eu já tive o prazer de assistir na pré estréia dia 26 de abril, o filme foi muito bem feito, aplaudido de pé por artistas e membros da sociedade, vale a pena conferir. Vamos apoiar o cinema Catarinense.

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